O querido repórter para quem o Alessandro disse “Bah, é a voz do morto” me enviou e-mail contando como descobriram que a polícia investigava a ligação de um gaúcho misterioso para a casa do coronel Ubiratan.
Três dias depois do caso, eu tava conversando com o Vagnão (repórter do Terra), que estava cobrindo a investigação. Aí comentei que no dia do fatídico crime, eu estava na redação ao lado do Alessandro e que inclusive eu tinha descoberto o telefone da casa do coronel.
Eu citei que o Alessandro tinha ligado pra ele e que ninguém tinha atendido.
Aí o Vagnão me vira e me fala: “a polícia está investigando a ligação de um gaúcho na secretária eletrônica“.
Eu questiono: “o que a gravação falava?”
Resposta: “Bah, eh a voz do morto”.
Na hora, olhei para ele e falei “foi o Alessandro”.
Aí todo mundo que tava na redação começou a dar risada e o Alessandro ficou desesperado quando soube, mas não por ter de depor. E sim, com medo que mandassem ele embora. hehehehe
Foda, vou ficar marcado nos causos do jornalismo brasileiro.
Saiba mais:
A verdade por trás da “voz do morto”
Ubiratan: voz com sotaque gaúcho é de jornalista
A tese da defesa sobre a “voz do morto”
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05/09/2008 às 18:29 |
[...] Ah, para quem não conhece a história da “voz do morto”, o 2º aniversário da morte do coronel é uma boa data para isso: O herói do Carandiru e “a voz do morto” O herói do Carandiru e “a voz do morto” 2 O herói do Carandiru e “a voz do morto” 3 [...]
09/07/2009 às 0:05 |
[...] e testemunha de uma das melhores histórias desta redação (“A voz do morto” – relembre aqui), me alerta sobre o que eu iria encontrar em [...]